
UBERSFELD, Anne. Para ler o teatro. Pág. 23. São Paulo: Perspectiva, 2005.
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A Companhia Silenciosa foi fundada em início de 2002 por Giorgia Conceição, Henrique Saidel e Léo Glück – três artistas com influências distintas e um interesse comum: criar um ambiente de pesquisa e produção artística do sul do Brasil, a partir de um claro projeto de continuidade de sua linguagem. Desenvolve-se a partir de vertentes que problematizam fisicalidade e virtualidade, visualidade e relação entre arte e espectador, criação de ficções e fruições, estudo de linguagem e estruturações dramatúrgicas alternativas, bem como relativiza tópicos recorrentes como relações de poder, zonas autônomas - temporárias ou não -, gênero, sexualidade, artificialidade, robótica e futuro. Destaca-se, também, no trabalho da Companhia Silenciosa, o intenso flerte com linguagens artísticas e outras mídias como artes visuais e cibernéticas, literatura, performance art, dança, vídeo e música.
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